Cerco de Damasco em 1148 dC

Cerco de Damasco em 1148 dC


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Damasco aliou-se a Soba contra Davi, foi conquistada e obrigada a receber uma guarnição judaica (2 Samuel 8: 5 1 Crônicas 18: 5), mas sob Salomão tornou-se a capital de um reino independente, estabelecido por Razon ou Rasin (1 Reis 11:24). A partir dessa época, Damasco estava freqüentemente em guerra com os reis de Israel, enquanto se apoiava nos de Judá, que buscavam com sua ajuda enfraquecer seus rivais de Samaria. O mais famoso desses inimigos de Israel foi Hazael, que ascendeu ao trono de Damasco com a ajuda de Elias e Eliseu (1 Reis 19:17, 2 Reis 8:28 10:32 13: 3). Seus sucessores tiveram menos sorte. Jeroboão II, Rei de Samaria, capturou Damasco (2 Reis 14:28). Quando não estavam envolvidos em conflito mútuo, os reis de Damasco e Samaria fizeram alianças com os príncipes vizinhos contra os poderosos reis da Assíria, portanto, Damasco, geralmente à frente da confederação, é freqüentemente mencionado em inscrições cuneiformes. Em 734 a.C. Damasco e Samaria quase arruinaram Jerusalém. Mas Achaz, rei de Judá, invocou a ajuda do rei assírio Tiglate-Pileser III (Theglathphalasar), que derrotou os aliados, capturou Damasco após um cerco de dois anos e pôs fim ao Reino da Síria (2 Reis 16: 9-12).

Daí em diante, Damasco parece ter perdido sua autonomia. Jeremias (49:27) o ameaça com novos castigos, uma prova de que ele havia surgido de sua decadência, porém, aparece apenas ocasionalmente na história dos judeus, gregos e romanos. Após a batalha de Issus (333 a.C.), a cidade, que guardava as esposas e os tesouros de Dario, foi entregue a Parmênion. Logo se tornou, ao lado de Antioquia, a cidade mais importante da Síria. De 112 a 85 a.C. foi a capital de um pequeno reino greco-romano, mas caiu sucessivamente nas mãos de Aretas III, rei de Petra, de Tigranes, rei da Armênia e, finalmente, do general romano Metelo. Em 64 a.C. Pompeu recebeu ali os embaixadores e presentes dos reis vizinhos no ano seguinte, a Síria tornou-se uma província romana. Herodes, o Grande, construiu um teatro e um ginásio em Damasco, embora a cidade ficasse fora de seu domínio. Sua população, embora síria por raça e língua, foi profundamente afetada pela cultura greco-romana e fez rápido progresso no comércio e na indústria. Então, como agora, Damasco era o principal empório comercial para os árabes nômades. Na época de São Paulo, havia em Damasco cerca de 50.000 judeus. A maioria das mulheres nas classes mais altas da sociedade havia abraçado esse credo. Foi no caminho para e perto da cidade que Saulo, o severo perseguidor dos cristãos, reconheceu e adorou o Jesus que ele tanto odiava. Saulo foi levado a Damasco, alojado na casa de Juda na Via Recta (hoje Souk el-Taouil), foi batizado por Ananias (que se acredita ter sido o primeiro bispo de Damasco), pregou a Cristo e foi obrigado a fugir à noite para Arábia (Atos 9: 3 sqq., 22: 6 sqq., 26:12 sqq., Gálatas 1:17 2 Coríntios 11:32). A cidade então pertencia a Aretas, rei dos árabes. Sob Nero, os pagãos massacraram por traição 10.000 judeus no ginásio de Herodes. Após a destruição do reino nabateu de Petra por Trajano, Damasco se tornou uma cidade romana. Sob Arcadius, o grande templo do deus local, Rimmon, foi transformado na magnífica igreja de São João Batista. Em 610, a cidade foi usada por Chosroes como seu quartel-general durante a longa guerra que ele então começou contra Heráclio.


Damasco

Damasco, na Síria, é uma das cidades mais antigas do mundo. De acordo com Flavius ​​Josephus, foi fundada por Nós, neto de Shem. É mencionado na Bíblia na época de Abraão (Gênesis 14:15 15: 2) também nas torres de Karnak, entre as cidades sírias capturadas pelo Faraó Touthmes III.

REINO DE DAMASCO

Damasco aliou-se a Soba contra Davi, foi conquistada e obrigada a receber uma guarnição judaica (2 Samuel 8: 5 1 Crônicas 18: 5), mas sob Salomão tornou-se a capital de um reino independente, estabelecido por Razon ou Rasin (1 Reis 11:24). A partir dessa época, Damasco estava freqüentemente em guerra com os reis de Israel, enquanto se apoiava nos de Judá, que buscavam com sua ajuda enfraquecer seus rivais de Samaria. O mais famoso desses inimigos de Israel foi Hazael, que ascendeu ao trono de Damasco com a ajuda de Elias e Eliseu (1 Reis 19:17, 2 Reis 8:28 10:32 13: 3). Seus sucessores tiveram menos sorte. Jeroboão II, Rei de Samaria, capturou Damasco (2 Reis 14:28). Quando não estavam envolvidos em conflito mútuo, os reis de Damasco e Samaria fizeram alianças com os príncipes vizinhos contra os poderosos reis da Assíria, portanto, Damasco, geralmente à frente da confederação, é freqüentemente mencionado em inscrições cuneiformes. Em 734 a.C. Damasco e Samaria quase arruinaram Jerusalém. Mas Achaz, rei de Judá, invocou a ajuda do rei assírio Tiglate-Pileser III (Theglathphalasar), que derrotou os aliados, capturou Damasco após um cerco de dois anos e pôs fim ao Reino da Síria (2 Reis 16: 9-12).

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A CIDADE GREGA

Daí em diante, Damasco parece ter perdido sua autonomia. Jeremias (49:27) o ameaça com novos castigos, uma prova de que ele havia surgido de sua decadência, porém, aparece apenas ocasionalmente na história dos judeus, gregos e romanos. Após a batalha de Issus (333 a.C.), a cidade, que guardava as esposas e os tesouros de Dario, foi entregue a Parmênion. Logo se tornou, ao lado de Antioquia, a cidade mais importante da Síria. De 112 a 85 a.C. foi a capital de um pequeno reino greco-romano, mas caiu sucessivamente nas mãos de Aretas III, rei de Petra, de Tigranes, rei da Armênia, e finalmente do general romano Metelo. Em 64 a.C. Pompeu recebeu ali os embaixadores e presentes dos reis vizinhos no ano seguinte, a Síria tornou-se uma província romana. Herodes, o Grande, construiu um teatro e um ginásio em Damasco, embora a cidade ficasse fora de seu domínio. Sua população, embora síria por raça e língua, foi profundamente afetada pela cultura greco-romana e fez rápido progresso no comércio e na indústria. Então, como agora, Damasco era o principal empório comercial para os árabes nômades. Na época de São Paulo, havia em Damasco cerca de 50.000 judeus. A maioria das mulheres nas classes mais altas da sociedade havia abraçado esse credo. Foi na estrada para e perto da cidade que Saulo, o severo perseguidor dos cristãos, reconheceu e adorou o Jesus que ele tanto odiava. Saulo foi levado a Damasco, alojado na casa de Juda na Via Recta (hoje Souk el-Taouil), foi batizado por Ananias (que se acredita ter sido o primeiro bispo de Damasco), pregou a Cristo e foi obrigado a fugir à noite para Arábia (Atos 9: 3 sqq., 22: 6 sqq., 26:12 sqq., Gálatas 1:17 2 Coríntios 11:32). A cidade então pertencia a Aretas, rei dos árabes. Sob Nero, os pagãos massacraram por traição 10.000 judeus no ginásio de Herodes. Após a destruição do reino nabateu de Petra por Trajano, Damasco se tornou uma cidade romana. Sob Arcadius, o grande templo do deus local, Rimmon, foi transformado na magnífica igreja de São João Batista. Em 610, a cidade foi usada por Chosroes como seu quartel-general durante a longa guerra que ele então começou contra Heráclio.

A VER DE DAMASCO

Damasco era então a metrópole da Pheenicia Secunda, ou Libanensis, com onze sedes sufragâneas, estava sujeita ao Patriarcado de Antioquia e ocupava a sexta posição na hierarquia. Lequien (Oriens christ., II, 833) conheceu (do primeiro ao século XVI) os nomes de apenas quatorze bispos gregos, entre eles São Pedro, que sofreu o martírio nas mãos dos árabes no século VIII. Vários bispos jacobitas também são conhecidos. Entre os muitos homens ilustres nascidos em Damasco, devemos mencionar:

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  • Nicolau, um escritor grego sob o comando de Augusto,
  • Damascius, um filósofo pagão do século VI,
  • John Moschus, o autor do encantador "Pratum spirituale",
  • São Sophronius, Patriarca de Jerusalém (634-638),
  • Santo André, Metropolita de Creta, orador e hinógrafo,
  • finalmente, o célebre teólogo grego São João Damasceno.

No início de 635, Damasco foi capturada pelos árabes sob o comando de Khalid e Abou Obeidah. O culto público gratuito era permitido aos cristãos em várias igrejas, também no corredor ocidental de St. John's, sendo o corredor oriental reservado aos muçulmanos. Foi apenas no início do século VIII que Abd el-Melek obteve dos cristãos o uso de todo o edifício, em troca do que lhes cedeu quatro igrejas. De 660 a 753, sob os califas Ommayad, Damasco foi a capital do império árabe, naquela data Abu Abbas transferiu a sede do governo para Bagdá. Nos séculos seguintes, em meio a turbulências e revoluções, Damasco caiu nas mãos dos Toulounides do Egito, mais tarde nas mãos dos Ikshiditas e dos Fatimitas. Em 1075-1076 foi tomada pelo Seljuk Turk Aziz. Em 1126, os cruzados, comandados por Balduíno de Jerusalém, derrotaram o príncipe Toehtekin próximo e ao sul da cidade, mas foram obrigados a recuar. Nem os príncipes aliados, Conrado III da Alemanha, Luís VII da França e Balduíno III de Jerusalém, tiveram mais sucesso no cerco de Damasco (1148), devido à traição dos barões da Síria. Nour-ed-Din, sultão de Aleppo, capturou Damasco em 1158. Em 1177, Saladino repeliu um novo ataque do exército cristão. Damasco então se tornou o centro comercial, industrial e científico da Síria, tinha uma escola de medicina e um observatório no Djebel Kasioun. Sob os sucessores de Saladino, teve que sustentar vários cercos em 1260 e abriu seus portões para os mongóis de Houlagou. Em seguida, caiu nas mãos de Kotouz, Príncipe dos Mamelucos do Egito, cujo sucessor, Bibars, reconstruiu sua cidadela. Em 1300 foi saqueado e parcialmente queimado pelos tártaros comandados por Ghazzen Khan. Em 1399, Timur-Leng matou quase todos os habitantes, exceto os cutelos de espada. Ele os trouxe para Samarcanda e Khorassan, onde continuaram a fazer as belas lâminas adamascadas, cujo segredo há muito se perdeu em Damasco. Em 1516, Selim I conquistou a Síria dos mamelucos, e Damasco pertenceu ao Império Otomano até o século XX. Deve-se mencionar a ocupação egípcia por Ibrahim Pasha (1832-1840) e a terrível matança de cristãos (julho de 1860) que causou a fuga de muitos milhares e ocasionou a ocupação da Síria por um exército francês.

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A CIDADE TURCA

Damasco (árabe. Dimisk es-Sham, ou simplesmente es-Sham), o olho ou a pérola do Oriente para os árabes, é agora a capital da Síria. A cidade situa-se a 2.667 pés acima do nível do mar e goza de um clima muito ameno, devido ao Barada, que a atravessa e às suas inúmeras fontes ou nascentes. É cercada pelos bosques e jardins de Ghouta que se estendem por cerca de dez milhas ao sul e leste e incluem 29 aldeias, cujos habitantes são dedicados à cultura de frutas (laranjas, limões, etc. especialmente ameixas e damascos). Dentro da cidade estão os túmulos de Noured-Din, Saladin e Bibars, 850 fontes, 64 hammams (banhos), 25 bazares, uma bolsa de valores para o comércio local, uma cidadela semi-arruinada, 248 mesquitas, etc. A mesquita de a Ommayads (antiga igreja de São João) foi queimada em 1893, ocasião em que muitos manuscritos e obras de arte foram perdidos.

CONDIÇÕES RELIGIOSAS

Damasco é uma sé titular do arquiepiscopal latino, e três bispos do século XVI são mencionados na "Revue benedictine" de 1907, (82-85). É também uma sé metropolitana para os gregos melchitas católicos (também para os não católicos) e para os sírios católicos e, finalmente, uma sé episcopal para os maronitas. Desde o século XVI, os patriarcas gregos não católicos de Antioquia vivem em Damasco. O patriarca católico grego de Antioquia, assim como o patriarca católico sírio, também residem em Damasco e governam sua diocese por meio de um bispo titular. Os Lazaristas, que substituíram os Jesuítas na altura da sua repressão, operaram ali um colégio em 1872, os Jesuítas começaram a ocupar a reputada casa de São João Damasceno. Os franciscanos têm a igreja paroquial latina e uma escola para meninos. Outras ordens religiosas ativas em Damasco incluem as Irmãs da Caridade e as irmãs nativas de Mariamet.


Cerco de Damasco em 1148 dC - História

Livro de referência medieval:
Guilherme de Tiro:
O Fiasco em Damasco, 1148

[Adaptado de Brundage] O rei Luís e sua comitiva chegaram ao porto de São Simeão, perto de Antioquia, em 19 de março de 1148. Recebidos pelo príncipe Raymond de Antioquia, o rei e seus lacaios se acomodaram para desfrutar da recepção amigável de seus amigos, que os viram no exército do rei Luís, os salvadores em potencial do Principado de Antioquia e de todos os estados latinos. E, de fato, a presença das forças de cavalaria de Luís fortaleceu muito a posição dos latinos no Oriente. Embora Luís tivesse perdido ou se separado da grande maioria das tropas e dos peregrinos que partiram com ele originalmente, as forças cruzadas que finalmente desembarcaram em Antioquia estavam longe de ser desprezíveis.

Quase imediatamente, Luís foi assediado com pedidos urgentes de vários príncipes e nobres latinos para emprestar seu exército aos esquemas militares favoritos dos líderes individuais. A todos os planos apresentados a ele, Louis objetou. Como cruzado, ele havia jurado ao tomar a cruz para visitar os santuários de Jerusalém e rapidamente deixou claro que o cumprimento desse voto seria sua primeira consideração no Oriente. A decisão do rei Luís também foi influenciada, sem dúvida, pelo relacionamento duvidoso que surgira entre sua esposa, Eleanor de Aquitânia, e o príncipe Raymond de Antioquia, primo de Eleanor. Conseqüentemente, o rei Luís e seu exército logo estavam em marcha novamente. Eles pararam por um curto período em Trípoli e então continuaram seu caminho para Jerusalém. Ao chegar lá, encontraram Conrado da Alemanha, junto com um pequeno contingente de sobreviventes de seu exército, esperando por eles.

Depois que o rei Luís cumpriu seus votos adorando nos santuários sagrados de Jerusalém, ele estava pronto para considerar propostas para colocar suas forças militares em uso na defesa dos estados latinos. Em 24 de junho de 1148, um conselho geral dos príncipes e chefes militares então na Terra Santa foi realizado no Acre. Após vigorosa discussão de vários planos de ação, a assembleia finalmente decidiu concentrar todas as forças disponíveis em um esforço supremo de conquista a antiga, venerável e rica cidade de Damasco, um centro vital de comércio e comunicações. Conseqüentemente, as forças dos vários soberanos foram reunidas. ' O rei de Jerusalém, Balduíno III, os Templários e Hospitalários, os vários senhores dos outros estados latinos e os reis da França e da Alemanha uniram-se para justificar pela conquista militar o enorme esforço que trouxera a Segunda Cruzada para o Oriente.

Damasco é a maior cidade da pequena Síria e é sua metrópole, pois, como é dito, & quotDamasco é o chefe da Síria. & Quot [Is. 7: 8] A cidade também é conhecida como a Fenícia do Líbano e tem o nome de um certo servo de Abraão que se acredita ter fundado a cidade. O nome significa "sangrento" ou "pingando sangue". A cidade está localizada em uma planície em uma terra árida e estéril, exceto onde é irrigada por águas trazidas para seu benefício através de canais antigos. Um riacho desce de um cume de montanha próximo nas terras altas dessa área e é canalizado através das várias seções mais baixas da região para fertilizar os campos estéreis.

Como há abundância de água, o excedente é usado para alimentar os pomares de árvores frutíferas que ficam nas duas margens do riacho. O riacho corre ao longo da parede oriental da cidade. Quando os reis chegaram ao local acordado, ou seja, Daria, que ficava perto de Damasco, eles organizaram suas linhas de batalha e estabeleceram a ordem de batalha para suas legiões para que, se avançassem de forma desordenada, as brigas se rompessem entre eles e atrapalham sua tarefa comum.

Pela decisão comum dos príncipes ficou acordado que o rei de Jerusalém e seus homens iriam primeiro, principalmente porque deveriam estar familiarizados com a configuração do terreno. Eles deveriam abrir o caminho para o resto que os seguia. O rei francês e os homens de sua expedição receberam ordens de ocupar o segundo lugar, ou centro, para que, se necessário, pudessem ajudar os que estavam à frente. O imperador, da mesma forma, recebeu a ordem de ficar em terceiro e último lugar, de modo que estivesse pronto para resistir ao inimigo se por acaso ele atacasse pela retaguarda. Ele deveria, assim, tornar as forças à frente protegidas por trás. Quando os três exércitos foram colocados em ordem adequada, eles moveram o acampamento para a frente e tentaram se aproximar da cidade.

No lado oeste de Damasco, de onde nossas tropas se aproximaram, e também no lado norte, a cidade cercada por pomares que são como uma floresta densa ou uma floresta sombreada, se estendendo por cinco milhas ou mais em direção ao Líbano. Esses pomares são cercados por paredes de barro - a rocha não é abundante naquela região - para que não haja dúvidas sobre sua propriedade e também para impedir a entrada de invasores. Os pomares são, portanto, fechados por muros defensivos de forma que os bens de cada homem são identificados. Os caminhos e as vias públicas, embora estreitos, são deixados abertos para que os jardineiros e os encarregados dos pomares possam chegar à cidade com os animais que carregam os frutos. Esses pomares são a maior proteção da cidade. Por causa de sua densidade, por causa do número de árvores, e por causa da estreiteza das estradas, parecia difícil - na verdade, quase impossível - para aqueles que desejavam se aproximar de Damasco fazê-lo por aquele lado. Desde o início, porém, nossos príncipes decidiram trazer o exército por esta área para obter acesso à cidade. Havia uma dupla razão para isso: por um lado, isso foi feito de forma que, depois que as áreas mais bem guardadas nas quais os damascenos tinham maior fé tivessem sido ocupadas, o que restou pareceria fácil e seria mais facilmente realizado. Por outro lado, a abordagem foi feita desta forma para que o exército não ficasse privado dos benefícios de comida e água. O rei de Jerusalém, portanto, enviou suas formações de combate primeiro por aqueles caminhos estreitos de pomar. O exército mal conseguiu avançar e o fez com grande dificuldade, tanto porque foi encurralado pelas estradas estreitas como também porque foi impedido pelas emboscadas dos homens que se escondiam nas moitas. Além disso, o exército às vezes precisava enfrentar os inimigos que apareciam e se apoderavam dos caminhos tortuosos.

Todo o povo de Damasco saiu junto e desceu sobre os citados pomares a fim de bloquear a passagem do exército tanto por furto quanto por ataque aberto. Além disso, havia paredes e casas grandes e altas entre os pomares. Estes foram defendidos por soldados cujas posses estavam nas proximidades. Eles defendiam as paredes do pomar atirando flechas e outros mísseis e não permitiam que ninguém se aproximasse deles, enquanto as flechas disparadas do alto tornavam as estradas públicas extremamente perigosas para aqueles que desejassem passar por elas. Nossos homens também não foram confrontados com obstáculos formidáveis ​​apenas de um lado. Em vez disso, em todos os lados havia perigo igual para o incauto e perigo de morte súbita e imprevista. Além disso, havia homens com lanças escondidos dentro das paredes. Quando esses homens vissem nossos homens passando, eles os esfaqueariam quando passassem, através de pequenos orifícios nas paredes, que foram habilmente projetados para esse fim, de modo que os que se escondiam lá dentro mal pudessem ser vistos. Muitos dizem que morreram miseravelmente naquele dia. Incontáveis ​​outros tipos de perigo também enfrentaram aqueles que desejavam passar por esses caminhos estreitos.

À medida que nossos homens perceberam isso, avançaram com mais ferocidade. Depois de derrubar as barricadas dos pomares, eles os ocuparam com avidez. Aqueles que eles descobriram dentro das paredes ou nas casas, eles perfuraram com suas espadas ou jogaram em correntes como cativos. Quando os cidadãos que tinham saído para defender os pomares ouviram isso, temeram morrer como os outros. Eles deixaram os pomares e voltaram para a cidade em bandos. Assim, quando os defensores haviam sido massacrados ou postos em fuga, um caminho livre para a frente se abriu para nossos homens.

As forças de cavalaria dos cidadãos e dos que tinham vindo em seu auxílio perceberam que nosso exército estava passando pelos pomares para sitiar a cidade e, consequentemente, se aproximaram do riacho que fluía pela cidade. Fizeram isso com seus arcos e balistas para que pudessem repelir o exército latino, que estava fatigado de sua jornada e também para evitar que os homens sedentos chegassem ao rio e às águas que lhes eram necessárias. Nossos homens correram para o rio, que ouviram dizer que estava próximo, para aliviar a sede, que se intensificava com as dificuldades do trabalho e as densas nuvens de poeira que se erguiam aos pés de cavalos e homens. Lá eles viram uma multidão de inimigos que pararam por um tempo. Depois de um tempo, eles reuniram seus homens. Eles receberam força e resistência por necessidade. Uma e outra vez eles se esforçaram para chegar à água, mas em vão. Enquanto o rei de Jerusalém e seus homens lutavam em vão, o imperador, que comandava as formações na retaguarda, exigia saber por que o exército não avançava. Disseram-lhe que o inimigo havia tomado o rio e bloqueava o avanço de nossos homens. Quando soube disso, o imperador ficou furioso e, junto com seus tenentes, ele rapidamente fez seu caminho através das fileiras do rei francês até o local onde a luta pelo rio estava acontecendo. Eles desmontaram dos cavalos e se tornaram soldados da infantaria - como os alemães costumam fazer nas crises de batalha. Com escudos nas mãos, eles lutaram contra o inimigo corpo a corpo com espadas. O inimigo, que antes havia resistido com bravura, foi incapaz de resistir ao ataque. Eles abandonaram a margem do rio e fugiram a toda velocidade para a cidade.

Nesse combate, diz-se que o Senhor Imperador realizou uma façanha que será lembrada através dos tempos. É relatado que um dos inimigos estava resistindo viril e vigorosamente e que o Imperador com um golpe cortou a cabeça e o pescoço do soldado inimigo com o ombro esquerdo e o braço preso, junto com parte de seu lado - apesar do fato de que o inimigo foi vestindo uma couraça. Com este ato os cidadãos, tanto aqueles que testemunharam como aqueles que souberam de outros, foram lançados em tal medo que eles perderam a esperança de resistir e até mesmo da própria vida.

Quando o rio foi conquistado e suas margens foram livremente cedidas, os cruzados acamparam por toda parte ao redor da cidade, com a vantagem de usar livremente os pomares pelos quais haviam lutado tão arduamente, assim como o rio. Os habitantes da cidade ficaram surpresos com o incrível número de nossas tropas e com sua coragem. Eles começaram a se preocupar com seus próprios homens e se eles poderiam nos resistir. Eles temiam um ataque repentino nosso e não consideravam nada seguro quando consideravam que tipo de homem eles nos descobriram nas batalhas do dia anterior. Conferiram, portanto, e com a engenhosidade característica de quem sofre a miséria e a adversidade, recorreram a artifícios desesperados. Em todas as seções da cidade que ficavam de frente para nossos acampamentos, eles amontoaram vigas enormes e altas, pois só podiam esperar que, enquanto nossos homens estivessem trabalhando para derrubar essas barreiras, pudessem fugir na direção oposta com suas esposas e filhos . Parecia evidente para nossos homens que, se o favor divino estivesse conosco, a cidade logo seria tomada pelos cristãos. Mas parecia diferente para Aquele que é "terrível em seus julgamentos sobre os filhos dos homens". [Salmos 9: 4] A cidade, como dissemos, estava em desespero e seus cidadãos não tinham esperança de resistir ou de serem salvos, mas ao contrário, eles estavam fazendo as malas e se preparando para partir. Neste ponto, por nossos pecados, eles começaram a trabalhar na ganância de nossos homens. Usando dinheiro, eles tentaram conquistar os corações daqueles cujos corpos eles não podiam vencer. Com habilidade consumada, eles propuseram uma variedade de argumentos a alguns de nossos príncipes e prometeram e entregaram-lhes uma estupenda soma de dinheiro para que os príncipes se esforçassem e trabalhassem para levantar o cerco. Eles persuadiram esses príncipes a assumir o papel do traidor Judas. Corrompidos por presentes e promessas, guiados pela ganância, a raiz de todo o mal, esses príncipes se envolveram com o crime. Por meio de sugestões ímpias, eles persuadiram os reis e os líderes dos peregrinos, que confiavam em sua boa fé e diligência, a deixar os pomares e liderar o exército para o outro lado da cidade. Para camuflar sua trama, eles alegaram que no lado oposto de Damasco, que ficava para o sul e o oeste, não havia pomares para fortalecer a cidade, nem qualquer fosso ou rio que impedisse o acesso às muralhas. A parede, diziam, era baixa e feita de tijolos queimados pelo sol e dificilmente resistiria ao primeiro ataque. Lá, eles afirmaram, nem motores nem qualquer grande força seriam necessários. No primeiro ataque, o muro poderia ser derrubado imediatamente pela banda e não seria difícil invadir a cidade.

Os reis e todos os líderes do exército acreditaram neles e abandonaram os lugares que antes haviam conquistado com tanto suor e à custa da vida de muitos de seus homens. Eles transferiram todas as suas formações e, sob a liderança dos traidores, acamparam no lado oposto da cidade.

Lá, eles se viram localizados longe do acesso à água, privados da abundância de frutas e sem quase todos os suprimentos. Eles ficaram tristes e descobriram, tarde demais, que haviam sido maliciosamente conduzidos a se mudar de uma região de abundância.

O suprimento de alimentos no acampamento começou a acabar. Antes de os homens embarcarem na expedição, eles foram persuadidos a acreditar que a cidade seria tomada rapidamente e trouxeram provisões para apenas alguns dias. Isso era especialmente verdadeiro para os peregrinos, nem eles podiam ser responsabilizados por isso, uma vez que não estavam familiarizados com o país. Eles foram persuadidos, também, de que a cidade seria tomada imediatamente nos ataques iniciais e foram garantidos que, entretanto, um grande exército poderia ser alimentado com o suprimento de frutas que eles poderiam obter de graça, mesmo que todos os outros alimentos fossem em falta.

Os homens duvidosos deliberaram pública e privadamente sobre o que deveriam fazer. Voltar aos lugares que eles haviam deixado parecia difícil, até mesmo impossível, pois, quando nossos homens partiram, o inimigo viu que o que eles desejavam havia sido realizado. Eles haviam entrado nesses lugares com mais força do que antes e barricaram as estradas pelas quais nossos homens haviam entrado anteriormente. eles os bloquearam empilhando vigas e grandes pedras e enviaram uma imensa companhia de arqueiros que impossibilitou o acesso. Por outro lado, atacar a cidade a partir da área onde agora se localizavam os campos envolveria atrasos, mas a falta de alimentos não permitiria uma longa trégua. Os príncipes peregrinos se consultaram. Vendo o manifesto desconforto dos homens cujo cuidado espiritual e cuja Cruzada lhes fora confiada e sabendo que não poderiam avançar, decidiram voltar, desprezando os falsos pretextos dos homens que os traíram.

Assim, uma companhia de reis e príncipes, sobre os quais não lemos em todas as eras, se reuniu e, por nossos pecados, foi forçada a retornar, coberta de vergonha e desgraça, com sua missão não cumprida. Eles voltaram ao reino pela mesma rota pela qual tinham vindo. Daí em diante, enquanto permaneceram no Oriente, eles consideraram os caminhos de nossos príncipes com suspeita. Com bons motivos, eles rejeitaram todos os seus planos iníquos e, daí em diante, os líderes da Cruzada foram mornos no serviço do Reino. Mesmo depois de terem voltado para suas próprias terras, eles constantemente se lembravam dos ferimentos que haviam sofrido e detestavam nossos príncipes como homens perversos. Nem eles foram afetados sozinhos. Pois eles também fizeram com que outros que não tinham estado lá negligenciassem o cuidado do reino, de modo que doravante aqueles que empreendiam as peregrinações eram menos e menos fervorosos. Mesmo hoje, aqueles que vêm têm cuidado para não cair em uma armadilha e se esforçam para voltar para casa o mais rápido possível.

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Dinastia muçulmana sunita de origem curda, fundada por Saladino e centrada no Egito, governando o Levante, a Mesopotâmia, o Hijaz, a Núbia e partes do Magrebe. A dinastia governou grandes partes do Oriente Médio durante os séculos 12 e 13. Wikipedia

O sultão aiúbida com base em Damasco. Ele reinou duas vezes, uma em 1237 e depois novamente de 1239-45. Wikipedia

Lutou entre o Reino de Jerusalém e os aiúbidas em 25 de novembro de 1177 em Montgisard, no Levante, entre Ramla e Yibna. Força cristã superada em número contra as tropas de Saladino no que se tornou um dos combates mais notáveis ​​da Idade Média. Wikipedia

O cerco de Jerusalém em 1244 ocorreu após a Sexta Cruzada, quando os clãs khwarazmianos conquistaram a cidade em 15 de julho de 1244. O imperador Frederico II do Sacro Império Romano liderou a Sexta Cruzada de 1228 a 1229 e reivindicou o título de Rei de Jerusalém como o marido de Isabel II de Jerusalém, rainha desde 1212. Wikipedia

Fought from 8 to 11 February 1250, between Crusaders led by Louis IX, King of France, and Ayyubid forces led by Queen Shajar al-Durr, Emir Fakhr-ad-Din Yusuf, Faris ad-Din Aktai and Baibars al-Bunduqdari. Fought in present-day Mansoura, Egypt. Wikipedia

The fourth sultan of Egypt in the Mamluk Bahri dynasty, succeeding Qutuz. One of the commanders of the Egyptian forces that inflicted a defeat on the Seventh Crusade of King Louis IX of France. Wikipedia

Ayyubid army from Egypt commanded by Saladin. The Crusaders successfully repelled Saladin's invasion effort. Wikipedia

Military confrontation fought near the Litani River in June 1179 between the kingdom Jerusalem under Baldwin IV and the Ayyubid armies under the leadership of Saladin. Considered the first in the long series of Islamic victories under Saladin against the Christians. Wikipedia

The Ayyubid ruler of Egypt from 1240 to 1249. Reconstructed and restored to Egypt. Wikipedia

Medieval realm spanning Egypt, the Levant and Hejaz that established itself as a caliphate. It lasted from the overthrow of the Ayyubid dynasty until the Ottoman conquest of Egypt in 1517. Wikipedia

Kurdish ruler, the emir ("governor") of the Homs principality from 1240 to 1246 under the Ayyubid dynasty. Under the command of as-Salih Ismail of Damascus. Wikipedia

Attempt by Western Europeans to reacquire Jerusalem and the rest of the Holy Land by first conquering Cairo, the capital of the powerful Ayyubid state in Egypt. Attack against Jerusalem ultimately left the city in Muslim hands. Wikipedia

In the campaign and Battle of al-Fule (in Crusader terms La Fève, Latin Castrum Fabe), a Crusader force led by Guy of Lusignan skirmished with Saladin's Ayyubid army for more than a week in September and October 1183. The fighting ended on 6 October with Saladin being forced to withdraw. Wikipedia

The third or fourth of the Mamluk Sultans of Egypt in the Turkic line. He reigned for less than a year, from 1259 until his assassination in 1260. Wikipedia

Study of the past in the region of Palestine, defined as the territory between the Mediterranean Sea and the Jordan River . Strategically situated between three continents, Palestine has a tumultuous history as a crossroads for religion, culture, commerce, and politics. Wikipedia

Small battle, fought on 1 May 1187 at the springs of Cresson, or ɺin Gozeh, near Nazareth. Prelude to the decisive defeat of the Kingdom of Jerusalem at the Battle of Hattin two months later. Wikipedia

List of wars that began between 1000 and 1499. Other wars can be found in the historical lists of wars and the list of wars extended by diplomatic irregularity. Wikipedia

The Siege of Ascalon took place in 1153, resulting in the capture of that Egyptian fortress by the Crusader Kingdom of Jerusalem. Fatimid Egypt's greatest and most important frontier fortress. Wikipedia

The Siege of Jerusalem lasted from September 20 to October 2, 1187, when Balian of Ibelin surrendered the city to Saladin. Earlier that summer, Saladin had defeated the kingdom's army and conquered several cities. Wikipedia

The Siege of Damascus took place between 24 and 28 July 1148, during the Second Crusade. It ended in a decisive crusader defeat and led to the disintegration of the crusade. Wikipedia

The last Ayyubid prince (emir) of Homs, a city located in the central region of modern-day Syria. Temporarily cut short in 1248 after he was forced to surrender Homs and then given Tall Bashir by his cousin an-Nasir Yusuf, the Emir of Aleppo. Wikipedia

The War of the Antiochene Succession, also known as the Antiochene War of Succession, comprised a series of armed conflicts in northern Syria between 1201 and 1219, connected to the disputed succession of Bohemond III of Antioch. The leading Christian power in the region during the last decades of the 12th century, but Armenian Cilicia challenged its supremacy. Wikipedia

The third Ayyubid emir (prince) of the Diyarbakir emirate, centered in Mayyafariqin, between 1200-1210 CE. The fourth eldest son of Sultan al-Adil I of Egypt (r. Wikipedia


Cerco de Damasco (1148)

Nota: Para outros significados, veja Cerco de Damasco.

O cerco de Damasco foi um confronto militar que ocorreu entre 24 e 29 de julho de 1148, durante a Segunda Cruzada. Os cruzados tentaram tomar a cidade de Damasco, então em poder dos buridas, uma dinastia turca nominalmente vassala dos califas abássidas. O cerco terminou com uma derrota decisiva dos atacantes, que levaria á desintegração da cruzada.

As duas principais forças cristãs que marcharam para a Terra Santa em resposta ao apelo do papa Eugénio III e Bernardo de Claraval para uma segunda cruzada era lideradas pelo rei Luís VII de França e Conrado III da Germânia . Ambos enfrentaram grandes dificuldades na marcha através da Anatólia nos meses que se seguiram, tendo perdido grande parte dos seus exércitos. O objetivo inicial dos cruzados era Edessa (atualmente Şanlıurfa, no sudeste da Turquia), mas para Balduíno III de Jerusalém e para os templários o alvo preferido era Damasco. No concílio de Acre, realizado a 24 de junho de 1148, os líderes franceses, alemães e do Reino de Jerusalém decidiram dirigir a cruzada para Damasco.

Os cruzados planearam atacar a cidade de oeste, onde havia pomares que os abasteceriam de comida. tendo chegado ao exterior das muralhas da cidade, montaram imediatamente um cerco, usando madeira dos pomares. A 27 de julho, os cruzados decidiram mudar-se para a planície do lado oriental da cidade, que era menos fortificado, mas que tinha muito menos comida e água. O emir de Alepo Noradine, genro de Muinidim Unur, emir de Damasco, foi em auxílio dos seus recentes aliados buridas e cortou a rota dos cruzados da sua posição anterior, vital para o seu abastecimento. Os comandantes cruzados locais recusaram-se a prosseguir com o cerco, pelo que os três reis não tiveram outra opção que não fosse abandonar a cidade. Todas as tropas cruzadas retiraram de volta para Jerusalém a 28 de julho.


Military sieges [ edit | editar fonte]

Ancient [ edit | editar fonte]

    (c. 1530 BC) (c. 1457 BC) (c. 1296 BC) (c. 1200 BC)
  • Siege of Rabbah (10th century BC) (Bible Reference: II Samuel 11-12)
  • Siege of Abel-beth-maachah (10th century BC) (Bible Reference: II Samuel 20:15-22) (10th century BC) by Egyptian pharaoh Shoshenq I
  • Siege of Samaria (9th century BC) (Bible Reference: II Kings 6:24-7:7) (701 BC) (701 BC) (701 BC) – the Assyrian siege of Sennacherib by Nebuchadnezzar II by Nebuchadnezzar II Part of the Ionian Revolt and the Greco-Persian Wars (490 BC) - Part of the Persian invasion and the Greco-Persian Wars (415 BC) – the Athenian siege (334 BC) (334 BC) by Alexander the Great (332 BC) (329 BC) (327 BC) (c. 327 BC) (305 BC) by Demetrius Poliorcetes (278 BC) - Part of the Pyrrhic War (261 BC) - Part of the First Punic War (255 BC) - Part of the First Punic War (249-241 BC) - Part of the First Punic War (218 BC) – Casus Belli for the Second Punic War (214–212 BC) – the Roman siege (149–146 BC) by Scipio Aemilianus Africanus (134–133 BC) by Scipio Aemilianus Africanus (73 BC) by Pompey the Great (52 BC) by Herod the Great (67 AD) (70 AD) – the Roman siege of Titus (72-73 or 73-74 AD) (193 AD–196 AD) by Septimius Severus forces. (344) (356) (356) (359 AD) (452) by Attila

Medieval [ edit | editar fonte]

    - Ostrogothic conquest of Italy - part of the Gothic War - part of the Gothic War (541) - part of the Gothic War - part of the Gothic War - part of the Gothic War - part of the Gothic War (555–556) - part of the Lazic War - Lombard conquest of Italy (580–582) - Avar conquest of the city – Attack on the city by Slavs and Avars by the Persians by the Persians under Shahrbaraz – Attack on the city by Slavs – Attack on the city by Slavs and Avars
  • The Siege of Constantinople (626) by Avars and Sassanid Persians in 626
  • The Siege of Derbent (627)
  • The Siege of Tbilisi (628) - almost certainly fictional (630) (635) by Khalid ibn al-Walid (Rashidun general) (637) (637) (638) (645) in 674–678 – Attack on the city by Slavs by the Umayyads during the Second Fitna by the Umayyads during the Second Fitna by the Umayyads by the Umayyads by the Umayyads (729) by the Turgesh (749–750) by the Abbasids by the Abbasids - Lombard kingdom conquered by Charlemagne (799) by the Slavs of the Peloponnese by the Aghlabids (838) by the Abbasids by the Aghlabids by the Aghlabids by the Aghlabids by Saracen corsairs (971) by the Byzantines (Spring 1063) (1068–1071) - Norman conquest of Southern Italy (1071–1072) - Norman conquest of Southern Italy (1097) – part of the First Crusade (1097–1098) – part of the First Crusade (1098) (1098) – part of the First Crusade (1099) – part of the First Crusade (1102–1109) (1140) (1144) (1147) (1148) (1159–1160) - part of the wars between Holy Roman Emperor Frederick I and the Northern Italy cities (1160) – the main action of the Heiji Rebellion took place in Kyoto (1161–1162) - part of the wars between Holy Roman Emperor Frederick I and the Northern Italy cities - the first major clash of the Norman invasion of Ireland (1174–1175) - part of the wars between Holy Roman Emperor Frederick I and the Lombard League (1180) – during Genpei War (1183) (1185) by the Normans (1187) (1187) – part of the Fourth Crusade (1203) – part of the Fourth Crusade (1204) – part of the Fourth Crusade (1207) (1214) (1215) - King Johns Danish mercenaries attempt to take the castle of Rochester during the First Baron's war. (1215) – Genghis Khan conquers Zhongdu, now Beijing (1235) – a joint Bulgarian-Nicaean siege on the capital of the Latin Empire. (1236) – Batu Khan conquers the city of Bilär. (1240) – Mongol conquest of Kiev. (1243–1244) by the Khwarezmians (1247–1248) - part of the wars between Holy Roman Emperor Frederick II and the Lombard League (1267–1273) – Mongol conquest of the city of Xiangyang in the invasion of the Southern Song. (1302–1303) – first siege of Gibraltar, by Juan Alfonso de Guzman el Bueno in the Reconquista – second siege of Gibraltar, by the Nasrid caid Yahya in the Reconquista , by Cangrande I della Scala, lord of Verona (1326) by Ottoman Turks (1328–1331) – part of the Byzantine-Ottoman wars (1333) – end of Ashikaga shogunate. – third siege of Gibraltar, by a Marinids army, led by Abd al-Malik in the Reconquista – fourth siege of Gibraltar, by King Alfonso XI of Castile in the Reconquista – part of the Byzantine-Ottoman Wars
  • (1346) (1346–1347) – Hundred Years' War – fifth siege of Gibraltar, by Alfonso XI no Reconquista (1370) – sixth siege of Gibraltar, by the Nasrid in the Reconquista (1378–1390) (1382 or 1385) (1393) (1410) – in the aftermath of the Battle of Grunwald (1418) – reopening of the Hundred Years' War (1420) (1422) – first siege of Constantinople, by the Murad II (1429) (1429) – seventh siege of Gibraltar, by the count of Niebla in the Reconquista (1453) – second siege of Constantinople by the Mehmed II

Early modern [ edit | editar fonte]

Monks successfully defended the Troitse-Sergiyeva Lavra against the Poles from September 1609 to January 1611.

    (1456) – part of Ottoman wars in Europe – eighth siege of Gibraltar, by a Castilian army in the Reconquista (1461–1468) – part of Wars of the Roses. Longest siege in British history. (1463) – ninth siege of Gibraltar, by the Duke of Medina Sidonia (1474–1475) (1480) – first siege of Rhodes (1480–1481) (1482) (1486) (1487) (1492) – tenth siege of Gibraltar, by the Duke of Medina Sidonia (1509) - part of Italian wars
  • Siege of Smolensk (1514) (1517) (1521) – fall of the Aztec Empire. (1522) – second siege of Rhodes - part of Italian wars (1526) (1529) (1529) – first siege of Vienna (1529–1530) - part of Italian wars (1532) by Ottomans (1534) (1536–1537) (1536–1537) (1538) (1539) (1543) (1548) (1550) (1522) (1552) – part of Russo-Kazan wars (1552–1554) (1552) – part of Ottoman-Habsburg wars (1554–1555) - part of Italian wars (1560) (1563) (1565) (1566) – Ottoman siege during which Suleiman the Magnificent died (1567) (1569)
  • Turkish siege of Nicosia, Cyprus (1570)
  • Turkish siege of Famagusta, Cyprus (1570–1571) (1570–1580) – longest siege in Japanese history (1571) – part of Russo-Crimean Wars

During the Cologne War (1583–1589), Ferdinand of Bavaria successfully besieged the medieval fortress of Godesberg during a month-long siege, his sappers dug tunnels under the feldspar of the mountain and laid gunpowder and a 1500 pound bomb. The result was a spectacular explosion that sent chunks of the ramparts, the walls, the gates, and drawbridges into the air. His 500 men still could not take the fortress until they scaled the interior latrine system and climbed the mountain to enter through a hole in the chapel roof.

    (1571, 1573, 1574) (1572) (1572) (1574) (1575) (1578) (1581) (1581–1582) (1584) (1584) (1584) (1584) (1584–1585) (1590) (1592) (1601–1602) (1601–1604) – (1609–1611) – 20 months (1609–1611) – 16 months (1614–1615) (1624–1625) (1627–1628) (1628–1629)
  • Siege of Mantua (1629–1630)
  • Siege of Casale Monferrato (1629–1631) (1629) (1632), Thirty Years' War (1637–1638) (1637–1642) – part of Russo-Turkish Wars by Ottomans (Crete) (1648–1669) –The longest siege in history (1649) -Cromwellian conquest of Ireland (1649) (1649–1650) (1650) , Ireland (1651) (1652) (1656) – during The Deluge
  • Siege of Riga (1656) – in the Russo-Swedish War of 1656–1658 (1658–1659) Second Northern War, Swedes defeated by Danish and Dutch defenders (1664) in northern Croatia – Austro–Turkish War (1663–64) (1667) (1668–1676) – eight years
    (1672) (1672) (1673) (1683) – second siege of Vienna (1689) (1690) – first siege of Québec City , Ireland (1690–1691) (1691) (1704) – eleventh siege of Gibraltar, by Sir George Rooke's Anglo-Dutch fleet
    (1704–1705) – twelfth siege of Gibraltar, by a Spanish-French army (1704–1705), during the War of the Spanish Succession (1706), during the War of the Spanish Succession (1707), during the War of the Spanish Succession (1708) (1714), during the War of the Spanish Succession (1718) (1727) – thirteenth siege of Gibraltar, by a Spanish army (1734) (1739) (1741) – by Edward Vernon in the War of Jenkins' Ear , during the War of the Austrian Succession , during the War of the Austrian Succession (1746), during the War of the Austrian Succession (1757), during the Seven Years' War
  • Siege of Olomouc (1758) – by Frederick the Great in the Seven Years' War (1759) – second siege of Québec City (1761)
  • Siege of Havana (1762) British fleet headed by George Keppel, 3rd Earl of Albemarle lays siege to Spanish controlled Havana for a month. (1775–1776) (1779–1783) – fourteenth siege of Gibraltar, by a Spanish-French army in the American Revolutionary War (1781) (1796–1797) – First Coalition, French besieging (1799) – Second Coalition, French defending (1799)

Modern [ edit | editar fonte]

American soldiers scale the walls of Beijing to relieve the Siege of the Legations, August 1900


Second Crusade, Siege Of Damascus, 1148

Siege of Damascus during the Second Crusade, 1148 with the armies of King Baldwin III of Jerusalem, King Louis VII of France, and right, Emperor Conrad III of Germany. The original focus of the crusade was Edessa (Urfa), but in Jerusalem, the preferred target of King Baldwin III and the Knights Templar was Damascus. At the Council of Acre, magnates from France, Germany, and the Kingdom of Jerusalem decided to divert the crusade to Damascus. The crusaders decided to attack Damascus from the west, where orchards would provide them with a constant food supply. Having arrived outside the walls of the city, they immediately put it to siege, using wood from the orchards. On July 27, the crusaders decided to move to the plain on the eastern side of the city, which was less heavily fortified but had much less food and water. Nur ad-Din Zangi arrived with Muslim reinforcements and cut off the crusader's route to their previous position. The local crusader lords refused to carry on with the siege, and the three kings had no choice but to abandon the city. The entire crusader army retreated back to Jerusalem by July 28. Image taken from Chronique d'Ernoul et de Bernard le Tr sorier, 15th century.

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A Forgotten Crusade: Alfonso VII of Leon-Castile and the Campaign for Jaen (1148)

Between 114-7 and 1149 the rulers of the realms of Christian Iberia conducted a series of victorious campaigns against the Muslims of the peninsula. Although it has been widely assumed that Alfonso VII of Leon-Castile remained militarily inactive during 1148, Christian and Muslim sources, notably the Anales Toledanos and the ‘[bar of Ibn-Khaldtln, indicate that the emperor led an unsuccessful expedition to capture Jaen in that year and that he sought papal encouragement for his efforts. The Jaen crusade should be viewed in the context of a general Christian offensive backed by the papacy to destroy the power of Islam.

On 25 October 1147, near Dorylaeum in Central Anatolia, a crusading army under the leadership of Conrad III of Germany was annihilated by a fotce of Seljuk Turks. The catastrophic defeat marked but the first in a series of embarrassing military reverses, culminating in the aborted siege of Damascus in the summer of 1148, which ensured that the Second Crusade, in which so many people-not least Pope Eugenius III and Bernard of Clairvaux-had invested such great hopes, was to end in depressing and humiliating failure. Yet, in the aftermath of ·the crusade, as both propagandists and critics of the expedition sought to explain the failure of the campaign in the Near East, men could at least console themselves with the fact that on the other side of Europe, in the Iberian peninsula, the struggle against Islam had recently yielded a number of signal victories.


Three perspectives on the Crusades

When did the fortunes of war turn against the crusader states? Three historians offer their views.

By 1187 the crusader kingdom of Jerusalem was in its 88th year. It had been founded by the first crusaders in 1099 and over the decades it had flourished into a powerful realm. Still, in this year, the kingdom’s army under King Guy of Lusignan suffered a catastrophic defeat at the hands of the Kurdish ruler Saladin. At a place called Hattin the army was all but annihilated, leaving Christian territory virtually defenceless. Within months the kingdom had all but collapsed, Jerusalem fell and all the kingdom’s remaining cities except Tyre were lost to the advancing Muslim forces. To the north the smaller crusader states were soon fighting for their very existence. Explaining these colossal reverses has been a major pre-occupation for historians over the centuries and one particularly contentious issue has been to explain when the kingdom first began to decline. When was the turning-point?

Some have suggested that in 1187 – on the very eve of its near-destruction – the kingdom was as strong as it ever had been. Others have argued that this reverse was simply the knock-out blow which collapsed a group of states that had long been in decline.

Three historians, all from Nottingham Trent university, identify the key turning point which they feel drove the crusader states into a spiral of decline that would culminate in Saladin’s great victory.

The Siege of Damascus (1148)

In 1148 the European leaders of the Second Crusade, Louis VII, king of France, his queen, Eleanor of Aquitaine and Conrad III of Germany arrived in the kingdom of Jerusalem. There they met with Queen Melisende and her 18-year-old son Baldwin, the joint leaders of the kingdom, which was the strongest of the crusader states. In this meeting they had a decision to make. They gathered a great parlement in which they could hear the arguments and counsel of the prelates and barons of the kingdom as well as the various bishops, dukes, margraves and counts who had travelled to the Holy Land. The decision they had to make concerned the military objective for the forces they had brought with them from Western Europe and those of the Latin East gathered at Jerusalem.

The Second Crusade was a response to the call by Pope Eugenius III for Western Europeans to embark on an armed expedition to take back the city of Edessa. That city had been captured by the First Crusaders in 1098 but was lost to the Muslim leader Zengi in 1144. As a result of the preaching of persuasive churchmen, such as Bernard of Clairvaux, the Second Crusade attracted enthusiastic support across Western Europe and resulted in large armies and fleets of ships converging on the Holy Land during 1147 and through 1148. The western armies had lost men and horses on disastrous journeys over the sea and across land, through Europe, the Balkans and the territory we now know as Turkey. Their forces had been split, they had suffered constant harassment and some serious defeats. Despite this, however, sufficient forces had reached the Holy Land from Western Europe to create the strongest Christian military force assembled there since the First Crusade. After much debate they decided that they would attack the city of Damascus.

In the half-century since the establishment of the kingdom of Jerusalem, its leaders had both fought and forged links with their neighbours. These links were usually based on the pragmatic needs of each party, to trade, to dispense justice and to live in peace. These practical requirements often led to relationships between Muslim and Christian rulers that were cooperative and mutually beneficial. They were sometimes forged out of the need to oppose a common enemy or to benefit from economic opportunities that could not be taken advantage of without cooperation. In 1099 the fall of Jerusalem to the First Crusaders had seen a massacre of the Muslim population of the city that one western chronicler called an ‘indescribable slaughter’. But, nearly two generations later, all of those responsible for the massacre were dead and the Christians of the east were no longer French, Flemish or Norman, but natives of Jerusalem, Tripoli and Antioch. They retained their Christian religion and much of their culture, but their fathers and grandfathers had usually married local Christian women and this new generation had been born and raised in the East.

As such they would have met with Muslims, made deals with them, exchanged gifts and emissaries and even arranged treaties. In other words, in the 50 years since the massacre at Jerusalem the relationships between Muslim and Christian in the Holy Land had changed from constant hostility and violence, not to one of peace and tranquillity, but to at least a more normal interaction of competition and local rivalry. A form of mutual respect had developed in which chroniclers such as Usama ibn Munqidh, writing in the 1180s, recalled the Templars he stayed with in Jerusalem in the 1140s as ‘my friends’ and lamented the disruptive arrival of new Westerners as ignorant men who were rough in character and unused to Muslim ways.

I am not arguing that Christians and Muslims in the Holy Land in the middle of the 12th century lived in peace and harmony, but that they had developed an understanding and carried on diplomatic, political and economic relations in much the same way as the Muslims had with other local Christian rivals like the Byzantines and the Armenians. This understanding developed to such an extent that, when in 1133 the great Muslim city of Damascus had been threatened by Zengi, the ruler of Mosul, the atabeg of Damascus, Muin al-Din Unur, turned to the ruler of the Christian kingdom of Jerusalem, Fulk, to provide support. Zengi had declared a Jihad against the Christians of the East, while at the same time attacking his fellow Muslims. When he died his son, Nur al-Din, took up the jihad with even greater fervour, denouncing the Damascenes for their alliance with the Jerusalemites. Despite this condemnation the alliance between Jerusalem and Damascus against their common enemy continued for several years thereafter.

In light of this I would argue that in 1148 there existed at least the possibility of normal relations between the Jerusalemites who had become, to use Munqidh’s word, ‘acclimatised’ to the east and their moderate Muslim neighbours. But the decision of the parlement in Jerusalem to take an army and lay siege to Damascus – a siege that failed miserably – meant that any policy of alliance and cooperation became completely discredited in Syria. It meant that the pragmatists who wanted to trade and live harmoniously and profitably with their neighbours were swept out of power and replaced by men who had sworn to push the Christians into the sea.

The Christian east had always been isolated and vulnerable to a united Muslim force and the ill-judged decision of 1148 to attack Damascus enabled the creation of that unity under a banner declaring jihad. Once faced with a united and antagonistic Muslim force the end of the Crusader States grew much more likely.

Saladin's capture of Damascus (1174)

When Saladin’s army crossed the river Jordan and encamped on the high-ground above the city of Tiberias in 1187, it is thought to have numbered around 30,000 troops. This was a colossal force. Saladin's master Nur ad-Din – still less Nur ad-Din's father Zengi – had never mustered an army of this size. The simple fact that he could deploy on this scale was a towering achievement. It was also necessary. The kingdom of Jerusalem’s army represented the formidable war-machine of a first-rate power. Even though it had suffered a small defeat at Cresson a few months previously, King Guy of Jerusalem could still muster around 20,000 troops a host larger than almost any other army raised by this Christian kingdom. In 1187 the kingdom's fundamental military might was as strong as it ever had been. There had been no real decline. True, there was vicious infighting among the Christian elites (and this needs to be taken seriously), but the kingdom's resources themselves were both strong and intact.

The disaster of Hattin is not a tale of one declining Christian kingdom being crushed by an ascendant Muslim power. It is rather the story of a still-strong Christian power being out-competed by an exceptionally dynamic Muslim ruler. The roots of the kingdom’s fall therefore need to be located on the Muslim side of the border examining how Saladin was able to forge an army capable of achieving what his forebears had scarcely ever contemplated: the ability to risk battle against the kingdom of Jerusalem's main army. The roots of this rise will now be examined.

At risk of over-simplification, the Muslim territories neighbouring the crusader states fell into two blocks: Syria and Egypt. Before the 1160s these blocks had never been united, but they each had discernible strengths. The Turkish rulers of Syria had always been able to draw heavily upon large reserves of manpower. Recruits could be sourced relatively easily from the Turcoman tribes migrating across the region or from the Turkish territories further to the east in Iraq and Persia. It was also quite wealthy. Still its financial power was dwarfed by that of Egypt. Egypt’s fertile Nile Delta coupled with its trading ports of Alexandria and Damietta (crucial termini along the Silk Roads and African gold routes) commanded enormous revenues that made the Fatimid rulers of Egypt exceptionally powerful.

Saladin’s great achievement was – through war – to unite Egypt’s wealth with Syria’s manpower. The resultant mix gave him the resources to out-compete the Christian armies in open battle. Technically, he was not the first ruler to achieve this. Back in 1169, Saladin had been an officer in the army sent by his master Nur ad-Din from Syria to conquer Egypt. The army’s commander Shirkuh had succeeded in this goal and taken power in Cairo in his master’s name, but he died shortly afterwards and Saladin immediately then took power for himself. In the following years, Saladin refused to join forces with his master Nur ad-Din and the opportunity to strike a knock-out blow against the crusaders was lost. After Nur ad-Din's death, however, Saladin took the initiative immediately striking into Syria, disinheriting Nur ad-Din's heirs and subjugating the entire region. By 1186, with the conquest of Aleppo, both Muslim Syria and Egypt in their entirety were in his hands.

The crucial moment in Saladin's conjunction of Egypt and Syria occurred in 1174. In this year Saladin left Egypt and crossed hundreds of miles desert and Christian-held territory to force his way into Damascus. This was a risky business. Saladin was far from Egypt and had no place of retreat. Still the gamble worked and with Damascus under his control, he had a firm foothold in Syria from which he could not easily be dislodged. From this moment onwards Saladin was able to yoke Egyptian wealth to the Turkish manpower of Syria and this potent mix gave him the ability to contemplate the overthrow of the crusader kingdom. Without this conjunction of wealth and manpower, such a goal would have been unthinkable.

Thus, 1174 is the crucial turning point in the fortunes of war an event that actually did not involve the crusaders but which gave Saladin the resources that would fuel his rise to power and his eventual ability to out-compete and then crush the kingdom of Jerusalem’s army.

The decision to march to Tiberias (July 3rd, 1187)

Just before the battle of Hattin, Guy of Lusignan, king of Jerusalem, and the top men of the realm faced a choice. Saladin had besieged and captured Tiberias, a stronghold of the powerful nobleman Raymond III of Tripoli, but his wife Eschiva was holding out in the citadel. Should they march to her rescue or hold firm at the strategically superior mustering point of Saforie? At Saforie they had a degree of protection and water, whereas the march to Tiberias would be fraught with danger and supplies would be limited until they could reach the lake. Guy had assembled c.1,200 knights, 4,000 light cavalry and 11,000-14,000 infantry in response to Saladin’s raiding of the Transjordan area in May 1187. It was the largest army that the kingdom of Jerusalem could muster, but significantly smaller than the forces commanded by Saladin. Why, then, did the Latin army decide to march into the jaws of a catastrophic defeat?

King Guy has often been blamed for listening to poor advice and for general incompetence leading up to Hattin, but his was not an easy position. He came to the throne through marriage to Sibylla, sister to the leper king, Baldwin IV, in 1180. He acted as regent for Baldwin during bouts of his illness. However, when faced with a similar incursion by Saladin in 1183, Guy chose to follow a containment policy and failed to respond to Muslim raids. He was subsequently accused of cowardice. Baldwin removed him from office in a rage and tried to annul his marriage to Sibylla. This experience may have influenced Guy’s decision in 1187 when he chose action over restraint. It certainly affected his standing in the kingdom. When the leper king died in 1185, Sibylla’s young son from a previous marriage inherited, but she and Guy were passed over for the regency in favour of Raymond III of Tripoli. Guy’s kingship was further complicated by a potential rival claimant to the throne: Sibylla’s younger half-sister Isabella. Attempts were made to separate Guy from Sibylla on the death of young Baldwin V, but his wife showed considerable mettle in keeping her husband. The pair were crowned in 1186. The important nobles Raymond III of Tripoli and Baldwin of Ibelin refused to pay Guy homage, but any immediate threat from Isabella was swiftly removed. On the eve of Hattin, Guy was arguably in the strongest position he had held thus far in his career, yet he still needed to prove his leadership. A victory over Saladin, especially in the territory of his rival Raymond III, might have sealed his reputation and secured his position.

As it turned out, the decision to march to Tiberias was the most significant turning point that the kingdom of Jerusalem ever faced. The army of the kingdom was outnumbered, harried by light cavalry and archers and slow-moving as the infantry walked to protect the heavy cavalry. The limited springs at Turan en route were unable to supply the army with the water it desperately needed, and enemy brush fires added smoke and confusion to the advance. By the time of the retreat to the Horns of Hattin, the Latin army had ground to a halt, but even Saladin was not convinced of his victory until King Guy’s tent fell. It was this triumph which sealed the fate of the Latin Kingdom. Guy’s levy had been so successful that few troops remained to garrison the important forts and castles which Saladin subsequently captured. Before the arrival of the Third Crusade, only Tyre remained in Latin hands.

Guy is unlikely to have set out to Tiberias if he thought that he was facing certain defeat. He may have been misinformed about the number of troops who opposed him and the availability of water, but he was an experienced campaigner who had been fighting in the Holy Land for many years. He could have employed a policy of containment as he had successfully in 1183, even though it cost his reputation. By marching, he may have hoped to emulate Baldwin IV, who despite his leprosy had achieved victory over Saladin’s numerically superior forces at Mont Gisard in 1177. But pitched battles were risky – their outcomes uncertain. Diplomacy might have worked more effectively. Saladin was an adept diplomat and was prepared to make treaties with Christians when it suited him, despite the legacy of 1148. He honoured an earlier truce organised by the regent Raymond III he did not attack the Latin Kingdom until it ran out in April 1187. Saladin’s raiding tactics prior to Hattin, however, suggest that this time he was determined to provoke an encounter.

Saladin was unquestionably the more powerful ruler, but even after he gained Damascus in 1174 King Baldwin IV successfully held off a united Muslim force for nine years. On Saladin’s death in 1193, the unity he had forged between Syria and Egypt disintegrated. Under Guy’s rule the Latin Christians, who had always been outnumbered in the Levant, could have maintained a defensive strategy utilising their castles and forts, buying time to seek external support until the immediate threat had passed. The march to rescue Tiberias was the act of a dutiful king as well as an ambitious lord, but it was ultimately a gamble that played out at enormous cost to the kingdom.


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